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6 abr/10

CELEIRO DE ASES

Terror, Fernandão é matador!

Gol 1000, Fernandão escreve seu nome na história por Rafael Remus – Revista 1
O capitão das Américas por Alexandre Corrêa – Revista 6
O capitão eficiência por Alexandre Corrêa – Revista 7
Fernandão, capitão e embaixador colorado por Alexandre Corrêa – Revista 10
Fernandão, capitão do mundo por Leonardo Fister – Revista 74

Mundial de Clubes FIFA 2006 - Fernandão beija a maior das taças

Se perguntarem a um colorado qual o maior ídolo da história do Internacional, o nome de Fernandão aparecerá entre três mais citados. Fernando Lúcio da Costa foi simplesmente o capitão de duas das três maiores conquistas da histórias do Internacional, o primeiro título da Libertadores e o Mundial de Clubes FIFA, em 2006. De quebra, ele marcou o gol 1000 dos Gre-Nais em sua estreia. Natural de Goiânia, o ex-jogador honrou a camisa vermelha em cada segundo que entrou no gramado.

Caçapava: um marcador implacável

por Matheus Kern – Revista 25

Em meados de 1970, o Internacional começava a montar um dos melhores elencos que o planeta já presenciou. Foi nesta década que o Clube do Povo provou quem era o maior clube do Rio Grande do Sul e do Brasil. O novo estádio, inaugurado alguns anos antes, correspondia à expectativa da fanática torcida colorada, sendo palco de grandes jogos e de finais inesquecíveis. Daquele time, havia craques do meio-campo para frente, como Falcão e Paulo César Carpegiani, mas quem segurava os atacantes adversários? A resposta está na ponta da língua de todos torcedores da época: Caçapava.

Bolívar, Bolívar…General!

General da América por Felipe Silveira – Revista 52
Os personagens da conquista do bicampeonato – Revista 54 por Felipe Silveira e Marcos Bertoncello

bolivarbi

Bolívar teve uma trajetória conturbada no Internacional, recebeu da torcida tanto carinho como vaias no final de sua jornada, mas o certo é que aquele Bolívar, aquele do primeiro título da Libertadores, que foi altor de várias jogadas salvadoras, como o carrinho providencial que tirou a bola dos pés de Lopez, do Libertad, na semifinal no Beira-Rio. O jogo ainda estava empatado e um gol adversário traria dificuldades terríveis para o Colorado. Mas Bolívar estava lá. Não podemos esquecer também da sua relevância no título da Copa Sul-Americana, onde atuou como lateral direito. E como não lembrar da cena em que Bolívar ergue a taça do bi-campeonato da Libertadores. Por tudo isso, Bolívar jamais sairá da memória dos torcedores.

Valdomiro: O símbolo dos anos 70

por André Baibich – Revista 15

As boas atuações do rápido e driblador Valdomiro chamaram a atenção dos cartolas colorados. Em 1968, o ponta chegou ao Beira-Rio, onde ao lado de Falcão, Batista, Lula, Figueroa, Manga e companhia formou um dos times mais fortes do mundo na década de 70.

Falcão: Em campo, ele foi Rei

por Felipe Silveira – Revista 62

Quem o viu jogar, não poupa elogios. Aos mais novos, resta o recurso dos vídeos de época para saber quem foi este talentoso volante que fez história no Inter. Porém, até mesmo estes colorados de gerações mais recentes conseguem ter a real dimensão da importância de Falcão, um jogador diferenciado, que fez sucesso no time colorado, na Roma e na Seleção Brasileira.

Escurinho, de cabeça, era gol certo

por Andre Baibich – Revista 23

Luiz Carlos Machado, o Escurinho, foi um dos grandes jogadores que fizeram parte do timaço do Inter que foi octacampeão regional de 1969 a 1976, e bicampeão nacional em 1975 e 1976. É apontado como um dos principais ou até mesmo o melhor cabeceador que já vestiu a camisa colorada.

Nilmar: Nilmaravilha!

O Bom Filho a Casa Torna por Anynha Honorato e Alini Gabrieli
Artilheiro Repatriado por Felipe Silveira – Revista 19

Nilmar Honorato da Silva começou sua carreira futebolística nas categorias de base da Sociedade Esportiva Matsubara, na cidade de Cambará-PR. De lá, foi comprado pelo Internacional de Porto Alegre, onde teve sua primeira chance como profissional em 15 de março de 2003, quando tinha apenas 18 anos. A partir de então, começou a ter destaque e obter seu espaço no ataque colorado.

Vai que é tua, Taffarel

por Andre Baibich – Revista 18

Um dos melhores goleiros do mundo em sua época, Taffarel fez as primeiras defesas de sua carreira com a camisa do Internacional. Cláudio André Taffarel está entre os maiores ídolos colorados dos anos 80. Goleiro que chamou a atenção pelo posicionamento e a frieza em momentos decisivos, Taffarel foi formado nas categorias de base do Internacional para depois se destacar no futebol europeu e na Seleção Brasileira.

Figueroa, dono da grande área

por Andre Baibich – Revista 16

Um dos maiores zagueiros da história do futebol mundial, o chileno Elias Figueroa marcou época em sua passagem pelo Inter. Quando Elias Figueroa desembarcou em Porto Alegre, em novembro de 1971, já era um jogador consagrado. Revelado pelo Wanderers, do Chile, Figueroa chegou ao Inter após uma passagem de sucesso pelo Peñarol, do Uruguai. Imediatamente, tornou-se ídolo da torcida e dono de incontestável da camisa 3.

Índio, o Senhor Grenal

Índio: guardião da defesa por Felipe Silveira – Revista 57
Uma fortaleza chamada Índio por Andre Baibich – Revista 13

Era difícil imaginar que o rapaz humilde de Maracaí, no interior de São Paulo, um dia faria história com a camisa do Internacional. Mas Marcos Antônio de Lima, ou simplesmente Índio, conseguiu deixar a vida de cortador de cana para trás e triunfou no competitivo futebol brasileiro. Ele superou muitas dificuldades, inclusive uma grave lesão que quase interrompeu sua carreira, e pôde chegar ao Beira-Rio, em 2005, para defender o time colorado nas plagas distantes.

O Super Alex

Alex, o caipira das cambalhotas por Aleco Mendes – Revista 9
A canhota certeira do Beira-Rio por Filipe Silveira – Revista 31

Dono de um potente arremate com a perna esquerda e grande visão de jogo, Alex iniciou sua carreira profissional no Guarani Futebol Clube, em meados de 2003. O jogador atuou na lateral-esquerda no Brasileirão 2003 e depois passou para a meia, onde se destacou. No ano seguinte, com 21 anos, transferiu-se para o Internacional de Porto Alegre, na época treinado por Lori Sandri. Atuando no meio-campo, teve participação importante no elenco do Internacional que venceu a Copa Libertadores, inclusive marcando gols, e o Mundial Interclubes, em 2006. Em 2007, visando a seleção brasileira, voltou à lateral, mas não teve muito sucesso. Em sua trajetória no Inter, sofreu com diversas lesões. O ano de 2008 foi o de sua afirmação. Atuando mais avançado e formando dupla de ataque com Nilmar, foi o artilheiro do Campeonato Gaúcho com treze gols, e eleito o craque da competição. No Campeonato Brasileiro e na Copa Sul-americana do mesmo ano foi um dos principais jogadores do elenco colorado e craque na duas competições. Clique aqui para saber mais.

Claudiomiro, o Bigorna

por Alexandre Corrêa – Revista 5

Autor do primeiro gol no Beira-Rio, chegou ao Inter com apenas 13 anos. Estreou nos profissionais com 16 anos, e tinha 18 quando fez o gol histórico contra o Benfica de Portugal. Chamado de Bigorna, fez parte, no início da carreira, de um ataque que tinha outros jogadores jovens – como Sérgio, Dorinho e Bráulio. Além de suas excepcionais características como centroavante, era também um excepcional cavador de pênaltis. Sempre em alta velocidade, ajeitando a bola para o pé direito – ou o esquerdo – antes de soltar a bomba, Claudiomiro foi o dono absoluto da camisa 9 do Internacional-RS entre 1967 e 1973 (fonte: Site Oficial do Sport Club Internacional). Clique aqui para saber mais.